sexta-feira, janeiro 19, 2007

SEM COMENTÁRIOS

2 comentários:

Anónimo disse...

Se não estou enganada, este é o prédio que fica em frente à estação, do outro lado da linha.Algumas vezes ali brinquei com a neta do dono da casa. Ela era mais velha que eu mas, à falta de outra companhia de brincadeiras,lá ia eu.
É uma pena ver tudo em ruínas.

Anónimo disse...

Era cozinheira, muito velha e chamava-se Rosa. Servia no "prédio".
Contava ela que um dia, num jantar de alguma cerimónia,um dos comensais teve de cortar, com garfo e faca, um queijo de ovelha bem curado.
Não é que o malandro do queijito se esquivou à facada e saltou do prato, voando a "sete asas" para o canto da sala mais longínquo de todo o cerimonial de sacrifício?
Consta que o dito convidado nunca mais se livrou da vermelhidão da vergonha...